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tudo sobre esvaziamento axilar | esta cirurgia é assim tão importante?

E mais um post sobre esvaziamento axilar? E porque? Porque considero ser um assunto que pode ter uma enorme relevância na vida das pessoas que realizaram este procedimento cirúrgico. Isto é, esta é uma questão que pode condicionar (e muito) a nossa vida.

Mas existem medidas que ajudam na recuperação esvaziamento axilar. Que pela minha experiência nem sempre são divulgadas, como eu penso que deveriam. Assim como o antes e depois de muitas etapas. 

Cirurgia de esvaziamento axilar 

Num outro post está explicado em que consiste, detalhadamente, este procedimento cirúrgico.

Mas numa linguagem mais simples, o cancro pode ter comprometido o sistema linfático e por tal torna-se necessário remover estes gânglios linfáticos. Ocorrendo então um esvaziamento ganglionar axilar. Sendo esta então uma medida para que o cancro não viaje pelo nosso corpo e não comprometa outros orgãos.

esvaziamento axilar consequências

Neste sentido, o sistema linfático que tem como objetivo a proteção do organismo, fica comprometido do lado operado

Sendo a sequela mais abordada o linfedema, que consiste no forte inchaço deste braço.

De facto, a equipa médica refere ser mais fácil evitar esta situação (cuidados, massagens, hidratação) do que propriamente lidar com a mesma. Ou seja, após o desenvolvimento da situação de linfedema, a sua ocorrência pode ser algo comum. 

esvaziamento axilar cuidados ao longo da vida

Se o sistema linfático desempenha uma função tão importante, tornam-se necessários cuidados ao longo da vida neste braço.

Contudo, de um modo suscinto:

  • evitar todas as situações que possam condicionar a circulação sanguinea (bijuteria; roupa apertada; medir pressão arterial);
  • fontes de infeções, evitando qualquer corte (exemplo substituir depilação na axila, não sendo recomendado com lâmina de barbear; utilizar luvas de proteção…)
  • queimadura ou agressões externas.

Em caso de ocorrer estas situações é recomendado o contacto com a equipa médica logo que possível.

Outros cuidados não tão abordados, mas bastante relevantes:  

  • evitarmos dormir sobre o braço operado. Eu dormia para este lado, então demorei algum tempo a adaptar-me. Inicialmente, acordava e ficava chateada. Mas que culpa tenho eu de ser a posição que mais gostava? Então, agora se tal acontece tento realizar os exercicios logo que possivel, assim como massagem com um bom hidratante.
  • os acidentes da cozinha são muitos e, geralmente, podem ser algo perigosos (infelizmente já tive algumas situações destas). Mas existem acessórios de cozinha que nos ajudam a evitar situações de perigo na cozinha, nomeadamente, luva térmica; luva anti-corte; luvas de limpeza….
  • se na sua vida profissional realiza tarefas manuais com muita frequência (computador por exemplo) procure interromper esta tarefa de hora a hora, realizando exercícios (abrir e fechar os dedos).

Mastectomia esvaziamento axilar

O cancro da mama desenvolve-se neste orgão, mas com o seu decorrer, pode infectar os gânglios linfáticos e assim o sistema linfático. Deste modo, há uma ideia de que quanto mais avançado está o cancro (em que a hipotese de ser necessária mastectomia vai sendo superior) mais se torna necessário esvaziar a axila

Cancro da mama ganglios linfáticos 

Mas em termos práticos nem sempre é assim. Então, por realizar mastectomia não significa obrigatoriamente que irá fazer esvaziamento axilar.

Por outro lado, as pessoas que são submetidas a cirurgia conservadora da mama podem ter que realizar esta cirurgia. Tendo sido o meu caso e o da minha mãe.

Esta decisão é tomada tendo em conta o resultado das biópsias (antes dos tratamentos e durante a cirurgia).Porém, geralmente esta notícia é nos dada na consulta anterior à cirurgia da mama

Esvaziamento da axila parcial? Total?

Dado o esvaziamento da axila provocar tantas consequências, há um cuidado médico em efetuar este procedimento cirúrgico  apenas quando necessário.

Tal como, se possível conservar alguns gânglios linfáticos que não estejam afectados (esvaziamento parcial).

Sendo o numero mínimo de gânglios removidos três, designados por gânglios sentinela (saber mais).  

Dores após cirurgia | Perda da mobilidade do braço

As dores imediatamente a seguir à cirurgia, nem são muitas, pois ainda estamos sobre o efeito da anestesia. Todavia, as dores no braço ainda são algumas nos tempos seguintes. 

E o impacto de “perdermos” o nosso braço é algo assustador. Mas é possivel recuperar a mobilidade do braço através de exercícios de reabilitação.

Mas confesso que, quando a enfermeira me deu autorização para iniciar estes exercícios e para me motivar referiu que queria dentro de pouco tempo ver-me a esticar o braço, eu julguei essa ação simplesmente impossivel.

E o que eu quero dizer com “perder” o braço? Nos primeiros tempos após cirurgia não me foi possível esticar o braço. Nem alcançar as costas. Vestir a minha roupa comum era impossível, tinha que vestir roupa muito larga. Nem conseguia alcançar a orelha oposta. Nem chegar a uma prateleira superior.

Operações que com o tempo foram tornando-se, felizmente, possíveis.

Esvaziamento axilar recuperação

Repouso após cirurgia | 1 mês

Eu, pelo menos, recebi informação por parte de vários médicos e enfermeiros, no sentido, de salientar a importância de repouso deste braço, pelo menos no 1.º mês a seguir à cirurgia. Nomeadamente, a realização de tarefas domésticas que consistem em tarefas repetitivas e de esforço (dar a ferro; aspirar; limpar o pó, o que implica pegar em pesos; cozinhar, que implica pegar em tachos e demais acessórios).

Neste tempo, estas tarefas e outras semelhantes são simplesmente proibidas

Tentei também evitar contacto com este braço. Exemplo, se ia para o hospital de metro, tentava ficar com este braço do lado da janela, de modo a que as restantes pessoas não batessem no braço, pois quando isto acontecia as dores ainda se mantinham por algum tempo.   

O que vou fazer?

Assim, é importante definirmos com antecedência como vamos lidar com esta questão. Muita comida no congelador? Limpeza geral da casa antes desta cirurgia? Pedir apoio a familiares ou amigos? Procura de ajuda profissional?

Mesmo que as coisas depois não corram como planeado, não descure deste seu cuidado, pois é uma necessidade. Sendo essencial como ficará com o braço no futuro. E o que é um mês comparando com 30/40 ou 50 anos?

Não sendo também possível conduzir, neste primeiro mês. Mesmo que quisesse também não ia conseguir. Assim como da primeira vez vai sentir muita dificuldade em determinadas manobras, mas que aos poucos tornam-se menos notórias. 

Uma mão lava a outra

Sendo dextra e o braço operado ser o esquerdo, tentei relativar a situação. Mas só depois é que reconheci a devida importância deste braço. Só estando nelas é que prestei atenção a determinadas questões, como com que braço faço as seguintes tarefas? 

. Retirar loiça da máquina;

. Pegar nos tachos enquanto cozinha;

. E para limpar o pó, com que mão levantava os objetos? 

. E ir às compras, qual a mão que carregava as compras para com a direita abrir a porta? 

Apesar de ser dextra, as tarefas atrás descritas realizava com a mão esquerda. Hoje, já realizo sem problema. Mas depois da operação, há uma enorme adaptação, pois é muito importante não efetuar esforços com este braço, neste período.

Mas também durante a radioterapia. Sendo essencial criarmos outras dinâmicas. 

Esvaziamento axilar exercícios

Então, recebemos indicações sobre os cuidados. Como e quando recebemos informação sobre os exercícios?

Muito bem, pelo menos no Hospital São João contava ter uma consulta especifica de reabilitação. Mas, até ao momento, o que corresponde a quase 7 meses após esta cirurgia, ainda não tive qualquer consulta de reabilitação.

O que não significa não ter feito ou continuar a fazer os exercícios. Isto porque, quando tinha consulta de enfermagem após cirurgia (cuidados com pontos cirúrgicos e cicatrizes), este era um assunto sempre abordado por mim.

Além de que, na alta de enfermagem recebi um panfleto com informação sobre este assunto (ver aqui). Fonte: Hospital São João 

Felizmente, a internet permite-nos obter muita informação e com o apoio de amigas profissionais de fisioterapia, fui realizando outros exercícios de reabilitação para o braço.

Mas que realizava após ter autorização da minha enfermeira. Informando mais tarde a minha médica oncologista.

Outros exercícios para o braço:

  • pentear-se (isto é algo surreal, então se tiver passado pela quimioterapia há pouco tempo não há muito cabelo para pentear…mas este exercício revela-se muito positivo na nossa recuperação);
  • estender roupa num estendal de tecto, que nos obriga a ter que esticar o braço um pouco. Mas com o mínimo de esforço possivel e com muita calma. Porém, depois, não puxe o estendal cheio (peça alguém ou então deixe a roupa a secar deste modo).

Resultados dos exercícios | antes da radioterapia 

Nos 2 meses que passaram desde a cirurgia até à radioterapia, os resultados obtidos foram imensos.

Cheguei a uma altura, em que de dia para dia sentia que ajudavam-me a controlar as dores sentidas, e a recuperar a mobilidade.

Parece algo bom demais, mas, de facto, as mudanças foram muitas e muito significativas.

Radioterapia e esvaziamento axilar

Logo na primeira consulta de radioterapia, o meu médico radioterapeuta salientou a importância de não realizar esforços, pois este braço como sofreria uma agressão diária tenderia a estar muito sensível.

Além de que, ser de extrema importância continuar com os exercícios que tinha vindo a fazer até aquele momento. Isto para evitar que o linfedema se desenvolvesse neste período.

Relembro que, a partir do inicio da radioterapia, devemos interromper as massagens terapêuticas. Pois a partir deste momento, e para evitar dores e complicações devemos evitar qualquer contacto com a pele que recebe a radiação. Exemplos como andar sem sutiâ, andar com roupas muito largas, passar esta area com água fria, entre outros cuidados durante a radioterapia. 

Até que comecei as sessões de radioterapia, e fui sentindo, novamente, algumas dores que já não me recordava ter dirariamente no braço.

Assim como a ter dificuldade em realizar algumas operações.Apesar de continuar com os exercícios.  Até que voltei a sentir as minhas queridas dores cordão no braço.

De facto, era algo tão percetivel, como demonstra a seguinte imagem.

Dor cordão braço

Mesmo na recta final deste tratamento oncológico (30 sessões de radioterapia) as dificuldades no braço eram imensas

Mas, nesta situação, tentei abastecer-me de visualizações positivas e acreditar que se já tinha experienciado a eficácia dos exercícios na minha recuperação a seguir à cirurgia, cabia a mim manter os mesmos e ter alguma paciência

Tempo de recuperação 

E, assim, com o tempo, cerca de 2/3 semanas desde o fim da radioterapia, voltei a sentir resultados muito positivos

Regularidade dos exercícios de reabilitação

Até algumas semanas depois da radioterapia, a prática destes exercícios foi praticamente diária. Algo bastante cansativo, mas que valeu todo o esforço!

Agora, tento realizar 1/2 vezes por semana. Bem como sempre que sentir que estou com o braço mais “preso” ou dorido.

Não desenvolvi linfedema com a radioterapia, significa que nunca vou ter?

Era bom que assim fosse, não é? Mas já sabemos que o cancro é mesmo um sacana e com isso, os desafios depois dos tratamentos são imensos, sendo este um deles.

Há uma grande hipotese de uma mulher desenvolver linfedema durante a radioterapia, sendo necessários os devidos cuidados, dentro dos quais evitar pesos ou esforços. Todavia, se não desenvolveu, pode vir a desenvolver mais tarde.

Por experiência, como nem sempre dói por vezes “abuso” e faço coisas que se calhar não devia fazer. É muito importante escutar o corpo.

Assim, se num determinado dia abusei, nos dias seguintes tento compensar com descanso, ou realização dos exercícios específicios, ou de massagem terapeutica ou drenagem linfática

Esvaziamento axilar tratamento

O tratamento e o lidar com o esvaziamento axilar passa pelos cuidados, mas também os exercícios, mas ainda a realização de massagens.

Importância das massagens

Começando pelas massagens terapeuticas, estas visam ajudar a regenerar o tecido cicatricial.

Quer a zona da axila, quer o seu prolongamento, isto é, ao lado da mama, ficou com um tecido fibroso, e esta massagem visa quebrar essas “fibras”. 

Passados 7 meses, ainda sinto um desconforto (mas inicialmente eram dores insuportáveis), por isso é uma grande melhoria. Assim como o tecido já se encontra um pouco “mais liso”. 

Linfedema e drenagem linfática

Já a massagem de drenagem linfática pode ser essencial para evitar e lidar com a condição de linfedema.

Deste modo, a enfermeira demonstrou no meu braço, como deveria pressionar e os movimentos a realizar.

De um modo simples são movimentos que ajudam a encaminhar os fluídos desde o nosso pulso até à axila. Sendo o objetivo desta massagem ajudar a promover a circulação sanguínea e do fluído linfático (designado também por linfa). 

Nesta massagem é recomendado a utilização de um hidratante fluído  como por exemplo oleo de amendoas doces ou de ricinio (cicalfate é um creme mais gordo, não facilitando estes movimentos).

Desta forma, estamos também a promover a boa hidratação desta area, sendo esta uma condição também muito importante. 

Quando realizar massagem? 

A mim, foi-me recomendado realizar a massagem terapeutica algum tempo após a cirurgia; não sendo possível durante a radioterapia, mas podendo ser retomada 3 semanas depois deste tratamento oncológico

Admito que passei por um tempo que queria “esquecer” todas estas práticas (desde a cirurgia até ao tempo de recuperação da radioterapia passam mais que 4 meses). Mas isto resultou em dores no braço e na mama, além de que senti diferenças no tecido, bem como a pele, nesta area do corpo, estava a escamar. 

Então, para me obrigar e não esquecer da importância destas práticas, coloquei uma pomada Cicalfate e o meu melhor hidratante no quarto de banho. E, assim, após o banho, posso fazer a massagem terapeutica ou drenagem linfática. E enquanto, o creme está a secar, realizo os exercícios.

Deste modo, pelo menos, 2/3 semana faço estes cuidados e esta condição deixou de condicionar tanto a minha vida (menos dores e mais mobilidade no braço). 

Dor na axila? | Perda de sensibilidade

Fazem-me muitas vezes esta questão. Na axila concretamente não tenho dor. Quando tenho dores. geralmente é no braço, principalmente do lado interior. E, por vezes, no antebraço.

Na axila perdi um pouco a sensibilidade. Deste modo, ao tocar nesta zona a sensação é algo estranha, pois sei que estou a tocar e onde, mas nem sempre sinto, nem do mesmo modo. 

Quanto a este ponto só chamo atenção quando realizamos depilação. No meu caso, em que utilizo aparador eletrico (da Veet), muitas vezes não sinto o aparelho, mas estou a utilizá-lo e ele está a cumprir o seu proposito. 

Bem como na zona mais abaixo da axila, ou seja, ao lado da mama, em que se tocar sinto alguns arrepios, não tendo a mesma sensibilidade que no braço direito. 

E a utilização do soutien?

Recordava-me que a minha mãe tinha dores com a utilização do soutien (ainda hoje em dia tem de vez em quando). Mas estava esperançada que a minha situação fosse outra. Mas não.

Passadas 3 semanas da última sessão de radioterapia podemos começar a utilizar novamente um soutien comum. Mas isto acaba por não ser assim, pois toda esta area encontra-se muito sensível.

E, a maioria dos soutiens (aros e acessórios para sustentação do peito) não promovem a circulação. Assim, além de sentir algum desconforto (que aos poucos foi reduzindo), no final do dia, ficava com as marcas dos aros nesta area, não sendo positivo.

Desta forma, procurei soutiens sem aros e sem qualquer metal (o que revelou-se ser muito dificil de encontrar). Até que uma amiga falou-me dos soutiens bralettes da primark, (ver aqui) e foi comigo experimentar e adorei.

Admito que este não é o melhor soutien para a sustentação do peito, mas quanto ao facto de não ter qualquer costura ou metal faz com que não sinta dores, o que é ótimo. Por tal comprei 2 conjuntos e até ao momento estou muito satisfeita. 

Fotos de esvaziamento axilar | antes e depois

Quando vi esta cicatriz fiquei bastante triste, pois era enorme e estava mesmo feia (pele muito repuxada e cicatriz com muito relevo).

Cicatriz do esvaziamento axilar
Cicatriz esvaziamento axilar | 15 dias após cirurgia

A cicatriz da minha mãe foi feita mesmo na axila, enquanto a minha foi realizada um pouco mais abaixo, não sendo tão notória no verão, mas mesmo assim era tão feia!

Mas com o tempo (e acredito que as massagens também tiveram uma forte influência), esta cicatriz alterou completamente. 

Assim, agora é uma cicatriz que até passa despercebida. Em que perdeu praticamente o relevo, bem como a cor, sendo agora do tom da minha pele.

Esvaziamento da axila cancro da mama
Cicatriz esvaziamento axilar | 6 meses após cirurgia

E agora passados 7 meses?

Estou bastante bem, sinceramente.

Aos poucos (mesmo aos pouquinhos) fui introduzindo as minhas rotinas e fui vendo como o braço reagia. Exemplo, inicialmente julgava nunca mais ser capaz de mudar a roupa de uma cama. Então, a partir do 4/5 mês após a cirurgia, realizei esta tarefa em determinado dia. Com calma. Com extra cuidado (se pudesse esforçava mais o braço direito). E apenas esta tarefa, isto é, a seguir não ia para o ferro, ou outras tarefas a evitar. 

Isto também foi algo que tive que me adaptar. Dantes gostava de realizar todas as tarefas domésticas num único dia, o que não é positivo para esta condição. Sendo melhor, distribuir as tarefas, intercaladas com intervalos. 

Sendo ainda essencial ler o nosso corpo. Fiquei com dores? Então fazer exercício e descansar o braço. Se possível, o braço estar mais elevado que o corpo, por exemplo estar numa almofada. E ir abrindo e fechando os dedos, com alguma frequência. 

Conclusão | esvaziamento axilar recuperação 

  • e existe alguma tarefa que, inicialmente e, que por muito tempo será impossivel? abrir um frasco de vidro! pensei que era só comigo, mas depois apercebi-me que é mesmo muito comum. no braço operado perde-se muita força, mas aos poucos vamos recuperando
  • queria salientar que o esvaziamento axilar é mesmo uma treta e condicionará muito a nossa vida. as dores foram muitas, a recuperação é muito lenta, levando, por vezes, a uma desmotivação e descrença de dias melhores.
  • mas a alteração pode alterar-se. exige muito esforço, sim. mas vale tudo a pena.  
  • há um longo caminho a percorrer, desde massagens terapêuticas; exercícios de reabilitação; ou drenagem linfática. sem descurar dos cuidados necessários todos os dias. processo bastante cansativo, mas penso ser preferivel termos algum controlo, mesmo que tal exija muito esforço, do que saber que não há nada a fazer. 
  • e, mais uma vez, há que ter paciência. muita paciência até vermos os objetivos conquistados.
Posted in cancro da mama, esvaziamento axilar

2 Comments

  1. josane Palhares Barbosa Reis

    nossa parabéns me ajudou bastante a entender o que estou passando após cirúrgia de esvaziamento de axila tirou todas as dúvidas que eu tinha é queria ouvir para essa nova caminhada obrigada

    • maisumahistoria

      Olá Josane,
      Fico contente por saber que consegui passar informação que te é útil.
      Ando a preparar uns novos posts, se tiveres alguma dúvida está à vontade.
      E força, pois a treta do esvaziamento axilar é mesmo algo complicado para lidar.
      Beijinhos,
      Lara

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